A influência da música no processo criativo… será?
Faz um belo tempo que eu não passo por aqui, mas li uma matéria sobre música x processo criativo e vou tentar comentar nem que seja bem pouco a respeito, com algumas ilustrações.
Basicamente, meu post gira em torno da questão apresentada pelo Rafael Cavalcanti, no Design Coletivo, onde ele cita a dependência criada por certos artistas em estar em contato com a música para produzir algum produto gráfico.
(post em: designcoletivo.com)
Lá ele cita que a música é quase fundamental em projetos alternativos e experimentais, porque possibilita uma viagem dentro do assunto. Na verdade, eu acho que a grande razão pela qual a música é tão presente no processo criativo, é pelo fato de ela nos relaxar, deixar a vontade para podermos assim chegar na inspiração e executar um bom trabalho (não estou insinuando que para executar um bom trabalho deve haver música, de modo algum). No caso do experimentalismo e ‘alternativo’, a música vem como uma base de ruídos e composições sinestésicas, que encomodam mas ao mesmo tempo viciam, como o objetivo da maioria dos trabalhos dessas duas áreas. Existem diversos estudos sobre isso (Música, Cérebro e Êxtase – Editora Objetiva) analisam as músicas e seu efeito direto no cérebro humano.
Tudo bem, os efeitos podem ser os mesmos, mas a tradução de cada ser humano frente a ela pode ser diferente: e é, de fato.
Chega a ser meio óbvio tudo isso, mas acho interessante parar para pensar sobre essa dependência, porque eu pelo menos jamais tinha notado esse vinculo tão forte entre um e outro.
E por fim, um dos meus clipes favoritos e uma das melhores músicas pra se ouvir durante um processo criativo, hahaha.
Adoro quando os artistas acertam nessa relação sensação musical x visual. A música tem uma melodia colorida e plástica, como o clipe… Fantastique, mon cher.
Um beijo, dançando! :)
L | S.alamandrine;